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Hipertricose, Hirsutismo e Hirperplasia

Hipertricose adquirida localizada


hipertricose Traumas repetidos, como mordedura, atritos, coçagem e processos inflamatórios podem induzir aumento localizado de pêlos, o que também ocorre em tratamentos depilatórios, por laser, eletrocoagulação, eletrólise e outros métodos.

Hirsutismo:

É aumento exagerado de pêlos terminais sexuais masculinos, na mulher, com três manifestações clínicas: constitucional, idiopático e androgênico. Hirsutismo constitucional: É o hirsutismo sem qualquer anormalidade hormonal. O desenvolvimento de pêlos terminais, na mulher, é devido a fatores constitucionais, familiares e raciais. A pilosidade normal para uma mulher semita, pode ser patológica para uma da raça amarela. A transformação de pêlos lanugos em terminais inicia-se na puberdade e progride pela região labial superior, mental, mamas, tronco, membros e abdome. Hirsutismo idiopático: O hirsutismo se desenvolve sem nenhum fator genético, familiar ou racial. Não há anormalidade hormonal e os exames, como testosterona total e livre, sulfato de dehidroepiandrosterona, hormônio folículo-estimulante são normais, A ultra-sonografia ovariana não revela cistos ovarianos. É possível que o hirsutismo idiopático seja devido á maior capacidade do folículo piloso de utilizar os andrógenos.

Hirsutismo Androgênico:

O hirsutismo é devido a uma anormalidade endócrina. O quadro de hirsutismo pode-se acompanhar de outras alterações como seborréia, acne, e alopecia, o que constitui a sindrome SAHA ( seborréia, acne, hirsutismo, alopeia) ou de perturbações menstruais, com sinais de virilização como aumento de clitóris, alteração da voz e outros. É causado por diferentes patologias endócrinas: Ovário policístico (sindrome de Stein-Leventhal) Os cistos ovarianos levam ao aumento da produção de testosterona pelos ovários e os níveis podem estar aumentados no sangue. A diagnose se estabelece pela ultra-sonografia ovariana.

Tumores ovarianos

Tumores ovarianos, que secretam andrógenos, produzem hirsutismo que se desenvolve rapidamente e acompanha-se de outros sinais de virilização. Estes tumores são adenomas, arrenoblastomas, tumor das células de Leydig, e outros.

Hirperplasia adrenal

Na sindrome adrenogenital há bloqueio da hidroxilação da 17-hidroxiprogesterona, com baixos níveis de cortisol e elevados níveis de testosterona, androstenediona e ACTH. Como resultante, ocorre uma hiperatividade das adrenais, procurando manter o nível normal de cortisol, com conseguente hirsutismo e virilização.

Hiperatividade hipofisária

A hiperatividade hipofisária pode determinar o aumento da produção de andrógenos das adrenais e ovarianos. Na acromegalia, há uma produção excessiva do hormônio pituitário de crescimento.

Hirsutismo iatrogênico

Terapia com hormônios androgênicos na mulher ou uso de anabolizantes androgênicos pode determinar pilosidade facial e em outras áreas. Discreto hirsutismo tem sido relatado com o uso prolongado de anovulatórios.

Diagnose:

No hirsutismo, há indicação do perfil endocrinológico, que inclui a dosagem de testosterona, total e livre, e androstenediona (avaliação ovariana): sulfato de dehidroepiandrosterona, hormônio luteinizante, hormônio folículo-estimulante, prolactina, 17-alfa hidroxil progesterona e cortisol, globulina liigadora de hormônios sexuais, cuja função é o transporte plasmático de estradiol, testosterona e outros esteróides e ultra-sonografia ovariana. O aumento de insulina circulante determina o aumento da produção androgênica nos ovários e reduz a produção de SHHG pelos hepatócitos com elevação dos andrógenos circulantes. Estando esses exames alterados, trata-se de hirsutismo androgênico sendo recomendado seguimento especializado. Não havendo alterações, trata-se de hirsutismo constitucional.

Tratamento Simtomático:

No hirsutismo constitucional, os recursos são descoloração do pêlos, barbeamento, depilação temporária ou permanente. Descoloração: Torna-se menos aparentes os pêlos nos membros, face e particurlamente no lábio superior. A fórmula usual é a mistura de peróxido de hidrogênio com amônia. Raspagem ou barbeamento: É feita com lâminas, ou com aparelhos elétricos e permite resultados cosméticos favoráveis nas pernas e axilas. O uso constante não determina aumento de pêlos. Depilação temporária: Mecânica: Feita pela retirada dos pêlos com pinças ou por meio de cera. O composto é aquecido e aplicado na área pilosa. Com o resfriamento, há endurecimento e a cera é retirada com os pêlos aderidos. Este método pode ser repetido a cada duas semanas, no período de crescimento do pêlo. É de uso comum. Geralmente não oferece complicações, podendo excepcionalmente causar foliculite. A foliculite é encontrada particularmebte na região inguinal. Devido á existencia, nesta região, de glândulas apócrinas, pode ocorrer hidradenite, sendo indicada a depilação permanente. Química: A depilação química é feita com preparativos que destroem a haste pilosa, rompendo as pontes de dissulfeto, como o sulfeto de bário, estrôncio ou sódio, porém os mais empregados são o ácido glicólico e tiogliconatos. Os depilatórios permitem uma remoção semanal ou quinzenal de pêlos finos, porém, com frequência, determinam dermatite de contato por irritação primária ou por sensibilização. Não são eficazes para pêlos grossos, como os da barba. Depilação permanente: Atualmente é usado laser ou luz intensa pulsada, com resultado extremamente favorável, várias sessões são necessárias para a redução do número de fios; cabelos loiros ou ruivos apresentam menor índice de sucesso.

Tratamento antiandrogênico

Existindo alterações ao exame clínico, testes laboratoriais e ultra-sonografia são necessários. Sendo normais os exames, o hirsutismo é classificado como idiopático e pode ser devido a uma maior sensibilidade ou utilização de andrógenos. Há várias possibilidades terapêuticas: Acetato de ciproterona, que é um antiandrogênico que bloqueia a ação do andrógeno no folículo pilossebáceo, além de inibir a secreção de gonadrofinas, pela sua ação progestacional. Com a interrupção do tratamento, há recidiva do quadro de hirsutismo. Os efeitos colaterais da administração da ciproterona são irregularidade menstrual, no início do tratamento, incluindo amenorréia e oligomenorréia. Outros efeitos são similares aos encontrados no uso de anticoncepcionais, como náuseas, cefaléias, tensão nas mamas, aumento do peso e alterações na libido. As contra-indicações são aquelas dos anticoncepcionais, ou seja, história de doença tromboembólica, hepática, cardiovascular. Espironolactona, uma antagonita da aldosterona, aumenta a depuração metabólica da testosterona, acelerando a conversão em estrógenos. O resultado é visto em geral após 3 a 5 meses, podendo ocorrer uma melhora da acne. Quando a quadro de hirsutismo é por hiperadrenalismo, não tumoral, é indicada a administração de dexametasona. No hirsutismo iatrogênico, a primeira medida é a exclusão da droga responsável. Contudo, mesmo após esta medida, os pêlos persistem, tornando necessário o uso dos recursos sintomáticos já referidos. Principais tratamentos possíveis com laser na clínica LEGER






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