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TRATAMENTO CAPILAR - Queda de Cabelos
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Apartir
deste texto você poderá conhecer um pouco mais sobre
o seu cabelo. Atualmente temos ótimos resultados no tratameto
de queda de cabelo. É importante o paciente quando notar
que está tendo queda em excesso, procurar rapidamente o médico,
para reverter este quadro, e não deixar o processo se agravar
mais.
Dentro da medicina e estética
e da prática ortomolecular desenvolvemos várias técnicas,
através da carboxiterapia e da intradermo capilar, onde substâncias
além de serem usadas topicamente são colocadas diretamento
na derme, nutrindo o pelo e dando o substrato que ele necessita
para parar imediatamente com a queda. Assim o pelo cresce mais forte,
e brilhoso.
Além disso, através
da Pratica Ortomolecular, vamos repor substâncias que o organismo
deste paciente está com deficiência, nutrindo as suas
células e melhorando no geral a sua qualidade de vida. |
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| Ciclo
Evolutivo do Cabelo |
Os
cabelos estão distribuídos em todo tegumento, exceto
palmas, plantas e na genitália (pele glabra). A maior densidade
é no couro cabeludo, onde ao nascimento é de 1.135/cm²
contra 615/cm² na terceira década.
Crescimento, involução e descanso.
Durante estas fases, o folículo influencia as estruturas
das glândulas sebáceas e gordura subcutânea.
O padrão de crescimento e descanso e a velocidade
variam dependendo da espécie e área do corpo. No couro
cabeludo temos em média 100.000 folículos pilosos,
quantidade 10% maior em louros e 10% menor em ruivos, 13% dos folículos
entram em repouso diariamente, o que corresponde a uma queda média
diária de 100 fios. O cabelo sofre influência de fatores
cronobiológicos, tornando-se sazonal e variável com
alterações climáticas, temperatura e meio ambiente.
No Brasil, observamos uma queda maior no período
de Fevereiro a Junho. Nas zonas temperadas do hemisfério
norte, a queda de cabelo dobra nos meses de outono e diminui na
primavera. |
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| Fase
Anágena |
É
a fase de crescimento da matriz. Os ceratinócitos da matriz
proliferam rapidamente, com maior taxa de crescimento comparada
com outras regiões do folículo.
A duração da fase anágena no couro cabeludo
é de 2-6 anos; na perna, de 19 a 26 semanas; no braço,
de 6 a 12 semanas; no buço, 4 a 14 semanas; nas axilas,
12 meses. Durante a gravidez maior número de pêlos
é mantido em fase anágena, e três meses após
o parto 30% entram em fase de repouso, determinando uma queda
intensa, porém corrigida espontaneamente.
Pacientes cujos cabelos crescem pouco têm fase anágena
de curta duração. Se puxarmos um pêlo anágeno
ele sai uma gelatina em volta.
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| Fase
Catágena |
Menos
de 1% dos cabelos do couro cabeludo está em fase catágena.
No fim da fase anágena o folículo sofre série
de alterações morfológicas e moleculares, associadas
com programada morte celular (apoptose). |
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| Fase
Telógena |
É
a fase de repouso do pêlo. O cabelo se apresenta mais fino
e claro, tendo na ponta uma massa esbranquiçada em forma
de clave. |
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| Tipos
de Cabelos |
Os
cabelos podem ser classificados de acordo com o tipo de textura
e tamanho dos cabelos: |
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| Velo
ou Vellus
É um pêlo suave,
fino, sem medula, sem pigmento, encontrado na região frontal
e no couro cabeludo calvo, raramente com mais de 1 cm de tamanho.
Cabelos da barba da mulher podem ter mais de 1 cm e são considerados
velos.
Terminal
São cabelos longos, grossos, medulares,
pigmentados e que crescem mais que 1 cm. Os cabelos da sobrancelha
têm menos que 1 cm, mas são considerados terminais. |
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| Tipos
Estruturais de Cabelo |
| >>
Lisos ou lisótricos >> Ondulados ou
sinótricos >> Crespos ou ulótricos. |
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Cabelos Lisos ou Lisótricos
Têm diâmetro maior e redondo ao corte transversal.
Os folículos retos são vistos nas raças mangólicas,
chineses, esquimós e índios americanos.
Cabelos Ondulados e Sinótricos
O diâmetro ao corte transversal é oval e são
encontrados em vários grupos étnicos, principalmente
nos caucasianos.
Cabelos Crespos ou Ulótricos
O diâmetro ao corte transversal é de forma helicoidal
ou espiralada. São encontrados em quase todas as raças
negras (africanos).
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Tipos
dos cabelos quanto à porosidade ou sensibilidade |
>>
Cabelos porosos >> Cabelos normais >> Cabelos impermeáveis
Está relacionada com a estrutura interna do fio, que pode
ser mais ou menos compacta. È determinada pelo estado de
abertura das cutículas dos cabelos, que podem se apresentar
abertas, semi-abertas ou fechadas
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Cabelos Porosos
Apresentam escamas das cutículas abertas, portanto
absorvem com mais rapidez elementos químicos. Os tratamentos
oferecem resultados mais rápidos.
Cabelos Normais
Apresentam escamas das cutículas semi-abertas,
consideradas normais na absorção dos elementos químicos.
Cabelos Impermeáveis
Possuem escamas das cutículas fechadas, dificultando
a penetração dos elementos químicos.
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Tipos
de cabelos segundo teor Lipídico |
| >>
Oleosos >> Secos >> Mistos >> Normais |
Cabelos Oleosos
Apresentam muito óleo no couro cabeludo, dando ao paciente
um aspecto engordurado e sujo. A produção do óleo
é andrógeno-dependente. Deve ser lavado diariamente.
É uma lenda dizer que a lavagem diária do cabelo
não deixa a matriz secar e aumenta a queda de cabelo. A
queda do cabelo é mais evidenciada durante a lavagem, mas
o cabelo que cai já estava solto dentro do folículo,
na fase telógena, apenas é puxado durante a lavagem.
Portanto, para avaliarmos a quantidade de cabelo que está
caindo, devemos examinar o paciente 24 horas após a lavagem.
O óleo é estimulado por doenças hormonais,
medicamentos e estresse. Em casos intensos na mulher, pesquisar
alguma etiologia hormonal, como ovário micropolicístico.
O homem, por ter mais hormônio masculino, já tem
normalmente mais cabelo oleoso.
Cabelos Secos
A haste do cabelo se apresenta seca, sem brilho, e é mais
susceptível aos danos físicos e químicos.
Deve ser lavado menos vezes, para se evitar o agravamento do quadro.
Sempre se devem associar condicionadores, leave on. Certos casos
podem estar associados às doenças da tireóide.
Cabelos Mistos
São aqueles cabelos oleosos na raiz e secos nas pontas.
A maioria dos cabelos compridos apresenta esta característica.
Devem ser lavados com xampu para cabelos oleosos, e sempre associar
um condicionador.
Cor dos cabelos
A cor do cabelo humano está sob forte controle genético
e é puramente decorativa. Na Roma antiga o cabelo louro
era um estigma de prostituta. Nas histórias de fadas era
sinal de inocência, e atualmente tem uma conotação
sensual, como na Marilyn Monroe. O cabelo preto é ligado
à noite e é comumente associado ao aspecto de mistério.
Existe uma íntima relação entre fatores controladores
de melanócitos e atividade da matriz, pois a mitose dos
melanócitos, a produção de melanossoma e
sua transferência ocorrem somente durante a fase anágena.
A diminuição significativa do pigmento produz cabelos
cinza e a ausência do pigmento forma cabelos brancos. O
pigmento fica predominantemente no córtex do cabelo. Ele
não é encontrado na haste do cabelo nos estágios
iniciais da formação do cabelo, portanto as pontas
do cabelo novo usualmente não contêm pigmentos.
Eflúvio Telógeno
É a perda de cabelos de forma difusa, ou seja, em todas
as porções do couro cabeludo, e pêlos do corpo,
decorrente da entrada abrupta de grande quantidade de pêlos
na fase telógena, resultando na diminuição
da densidade capilar. Pode ser um fenômeno fisiológico
ou ocorrer após uma situação de estresse
orgânico, num lapso de tempo que varia entre dois a quatro
meses. È autolimitada e normalmente com a melhora do quadro
há o crescimento de novos fios num prazo médio de
seis semanas.
No caso de febre alta ou prolongada, como é comum na febre
tifóide, ou no caso de eflúvio telógeno exuberante
em paciente com gestações sucessivas, o número
total de fios pode não voltar ao normal. Essas situações
são raras e o dano folicular leva ao crescimento incompleto
dos pêlos.
Existe uma forma crônica, com início semelhante
ao eflúvio telógeno, que ocorre na mulher de farta
cabeleira e na meia-idade, mas que se prolonga por mais de seis
meses ou até mesmo anos.
Etiologia
O eflúvio telógeno foi primeiramente descrito por
Kligman em 1961 como a queda de cabelos seguida de doença
sistêmica crônica, estresse emocional, parto, doenças
febris, administração de heparina ou, no recém-nato,
como um fenômeno fisiológico.
1. Liberação anágena imediata devido a algum
estresse fisiológico (febre alta) fios anágenos
entram prematuramente em fase telógena.
O tipo fisiológico é o que ocorre no recém-nascido
e no pós-parto, devido ao aumento de estrógenos
circulantes produzidos pela placenta que faz prolongar, durante
a gestação, a fase anágena de crescimento
dos pêlos. Com o parto, cessa este estímulo e uma
grande parte de cabelos em fase anágena entra simultaneamente
em fase catágena.
Abordagem do paciente com queda de cabelos é definir se
a queda é patológica ou fisiológica.
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História |
Investigar sobre doenças recentes, trauma, excluir doenças
da tireóide, renais, hepáticas e sífilis,
aplicação de tinturas ou realização
de tratamentos capilares, as mulheres devem ser questionadas quanto
aos ciclos menstruais, aborto etc.
Exames Laboratoriais
Teste de puxamento leve simula-se uma pinça com o dedo
indicador e o polegar, forma-se um tufo com cerca de 50 fios de
cabelo e puxa-se levemente. A perda normal é de 50 a 100
fios por dia. A velocidade média de crescimento é
de 0,35mm/dia (ou 2,5mm/semana).
Incluem-se: hemograma completo e as dosagens de ferro sérico,
ferritina, zinco, FAN, hormônios tireoidianos e androgênicos.
Tratamento
O tempo mínimo de tratamento é de três meses.
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Alopecia
Androgenética Masculina |
Alopecia androgenética é uma característica
clínica da queda dos cabelos nos homens, tendo uma condição
genética comum e sendo produzida pela ação
dos andrógenos circulantes. Ela é indubitavelmente
a forma mais comum de queda de cabelos. Apesar de esta condição
ser tão freqüente, é considerada algumas vezes
como um sinal fisiológico do envelhecimento. No entanto,
para muitos, ela causa um desconforto, levando a uma diminuição
na qualidade de vida.
No ano de 1970 foi sugerido que na AAG ou calvície do padrão
masculino houvesse um aumento na formação da diidrotestosterona
(DHT) pelo folículo piloso.
Os aspectos clínicos da queda dos cabelos nos homens que
tendem a ficar calvos são facilmente identificáveis
e raramente confundidos com outras causas alternativas de alopecia.
O início da calvície nos homens se verifica na puberdade,
assim permanecendo até o final da quarta década, variando
tanto no aspecto evolutivo como no grau final da calvície. |
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Etiopatogenia da Alopecia Androgenética
- Fator Genético
- Fator Hormonal
Classificação
A alopecia androgenética pode ser classificada em dois
tipos:
>> AAG no homem ou calvície masculina
>> AAG na mulher
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A AAG se caracteriza pelo afinamento dos cabelos, que se transformam
de fios terminais em fios tipo velo nos homens com predisposição
genética. Ao avaliarmos um paciente com AAG devemos proceder
à seguinte propedêutica.
Anamnese: em geral não existe queixa de perda dos cabelos
e sim de uma diminuição. A anamnese deverá
ser detalhada, tanto para estabelecer a etiologia genética,
hormonal, como para afastar fatores que pioram esta situação
clínica.
Afinamento e perda dos cabelos: o afinamento dos cabelos (miniaturização)
é a principal característica da AAG. Os homens não
se referem à queda de cabelos, e sim à rarefação
dos mesmos. Confirmar esta observação será
importante para confirmar o diagnóstico da AAG, não
esquecendo que, além da miniaturização, ocorre
também uma redução da fase anágena.
Duração e freqüência: a AAG nos homens
inicia-se na puberdade com evolução mais ou menos
rápida mediante a predisposição individual.
È importante sabermos do paciente quando passou a notar
diferença na quantidade dos seus cabelos.
Sintomas no couro cabeludo: devem ser investigados prurido, descamação,
ardência e hiperestesia freqüentemente associados a
quadros de calvície.
Drogas: o uso das mesmas, de todas as categorias, é importante
porque várias delas causam perda de cabelo e pioram a AAG. |
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Outros: interrogar sobre doenças
sistêmicas, dietas e estresse.
Terapêutica
È um bloqueador androgênico composto e sintético
da testosterona, desenvolvido para uso clínico por via
oral. Ela leva a um aumento dos cabelos, em cerca de 66% dos homens
com alopecia de média a moderada, e, o mais importante,
estabiliza a queda dos cabelos nos homens em cerca de 91% dos
casos.
A finasterida tem um efeito duplo, ela preserva e restaura os
cabelos. A segurança em se prescrever a finasterida é
excelente.
Os estudos com o fototricograma revelaram que esta droga aumenta
o número de cabelos anagênicos e diminui os telogênicos
na região do vértex. Quanto ao peso dos cabelos,
a finasterida aumenta a espessura e a velocidade de crescimento
na região frontal.
O sulfato de minoxidil (SM) tem sido identificado como o metabólico
ativo responsável pela estimulação do folículo.
O minoxidil reverte o processo de miniaturização
do pêlo na AAG ao normalizar o ciclo do folículo.
O minoxidil não é uma droga específica, ele
prolonga a fase anágena.
Os retinóides revertem a tendência dos folículos
que estão se miniaturizando. A tretinoína é
um potente mitogênico celular que promove, regula e diferencia
o crescimento celular epitelial. Ela produz angiogênese,
e aumenta a absorção percutânea ao modificar
a permeabilidade da membrana celular e sua composição
lipidica.
A tretinoína estimula o crescimento dos cabelos não
completamente miniaturizados, além de agir sinergicamente
com o minoxidil levando ao crescimento de um cabelo mais denso;
o que não ocorreria se uma destas drogas não fosse
usada. |
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Alopecia Androgenética Feminina
A alopecia androgenética na mulher recebe várias
denominações: calvície comum, alopecia padrão
feminino, alopecia padrão masculino, calvície clássica,
alopecia androgênica e alopecia seborréica. È
uma entidade que deve ser encarada com bastante atenção
pelo médico, pois além de ser um problema médico
e estético, gera problemas de ordem psicológica
para a mulher. Estudos mostram que as pessoas percebem as mulheres
com poucos cabelos, como mais velhas do que elas são e
menos atrativas tanto física e socialmente.
A AAG feminina pode surgir em qualquer época da vida, é
uma condição genética comum, causada por
um gene único, autossômico dominante com penetrância
reduzida no sexo feminino. Pode estar associada ou não
às endocrinopatias androgênicas.
Caracteriza-se por perda e afinamento progressivo dos cabelos,
que se inicia no vértex, podendo chegar ao quadro de calvície,
preservando normalmente a linha frontal.
Os níveis de T livre nas mulheres está em torno
de 1%, quando ocorre hiperandrogenismo cutâneo, este nível
aumenta para 2%.
A manifestação clínica da AAG feminina se
caracteriza pela rarefação difusa discreta dos cabelos
da parte central do couro cabeludo na região parietal e
frontal, podendo chegar a muito intensa, sem retração
da linha de implante na região frontal. Os cabelos estão
afinados com relação às demais regiões,
e não há nenhum sinal de repilação
na área acometida. Segundo Ludwig, esta pode apresentar
três graus evolutivos: grau 1- forma leve com afinamento
da porção mediana; grau 2- forma moderada; e grau
3- forma severa.
Após a menopausa os níveis de estrogênio diminuem,
instalando o período androgênico. Os andrógenos
só levarão à calvície feminina se
elas apresentarem forte predisposição genética.
Naquelas em que o traço genético for menor, a perda
dos cabelos só ocorrerá quando a produção
androgênica estiver aumentada ou quando forem ingeridas
drogas com atividade androgênica, como anovulatórios
que contenham progestogênio.
Assim sendo, na mulher poderão ocorrer as seguintes variantes:
AAG isolada; AAG acompanhada de outros sinais cutâneos que
compõe a síndrome SAHA (seborréia, acne, hirsutismo
e alopecia); e AAG compondo a síndrome SAHA associada a outros
sinais de virilismo: voz grave, hipertrofia muscular, hipertrofia
de clitóris e distúrbios menstruais. |
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Diagnóstico
Uma história detalhada, um exame físico completo
e uma investigação laboratorial minuciosa, para
se tentar estabelecer uma causa, são fundamentais para
o diagnóstico de alopecia androgenética.
Tratamento
A meta de todo tratamento da AAG é interromper ou estabilizar
o processo de minituarização. Em termos hormonais
o tratamento consiste em diminuir a atividade androgêica
dos folículos, bloqueando a transformação
da T em DHT: com o inibidor da 5-alfa-redutase; bloqueando a proteína
receptora androgênica ou transformando os andrógenos
em estrógenos. Isso é possível, graças
aos modificadores hormonais e biológicos.
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Alopecia
Areata- Abordagem Clínica e Terapêutica |
As alopecias têm várias causas e diferentes apresentações
clínicas. Além das inquestionáveis repercussões
psico-sociais, a perda dos pêlos pode ser a expressão
clínica de uma doença subjacente.
A abordagem do paciente com alopecia é complexa, sendo
fundamental uma propedêutica sistematizada. O resultado
terapêutico depende do diagnóstico correto, que é
feito mediante uma anamnese bem detalhada e abrangente, e exame
físico complementado, quando necessário, por exames
laboratoriais adequados e, em alguns casos, pela biópsia
cutânea.
Entre as causas mais comuns das alopecias não-cicatriciais
estão a alopecia areata, a alopecia androgenética
e o eflúvio telógeno.
Alopecia areata(AA) é considerada uma doença auto-imune,
órgão –específica, mediada pelos linfócitos
T, embora a causa ainda seja desconhecida.
Outras doenças de natureza provavelmente imunológicas
também podem estar associadas, tais como: lúpus
eritematoso, anemia perniciosa, colite ulcerativa, miastenia gravis,
líquen plano, artrite reumatóide, doença
de Adisson, polimialgia reumática, síndrome endocrinopatia-candida.
Outros fatores citados na patogênese da AA incluem o fator
emocional, neurológico e os queratinócitos e melanócitos
intrinsecamente anormais.
A observação dos pacientes com AA sugere que o estresse
possa ser um fator precipitante importante em alguns casos.
Embora alguns autores não acreditem na relevância de
seu papel. |
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Alopecia areata é caracterizada pela perda de pêlos
súbita, geralmente assintomática, que pode ocorrer
em qualquer área pilosa do corpo.
De acordo com o padrão:
- AA em placas: placas alopécicas redondas ou ovais.
È o tipo mais comum.
- AA reticulada: várias placas em estágios
diferentes de atividade, ou seja, repilação em
uma área enquanto ocorre extensão da alopecia
em outras áreas.
- AA ofiásica: perda dos cabelos inicialmente na
região occipital estendendo para frente pela orla do
couro cabeludo.
- Ofíase invertida: inverso da alopecia ofiásica.
- AA difusa: diminuição da densidade dos
cabelos em todo couro cabeludo.
De acordo com a extensão:
- Alopecia areata: perda parcial dos pêlos.
- Alopecia total: perda total dos pêlos do couro cabeludo.
- Alopecia universal: perda total dos pêlos do couro cabeludo
e do corpo.
Após ter lido este texto você conheceu um pouco mais
o seu cabelo, e as alterações que podem acontecer.
Estamos a disposição para maiores esclarecimentos.
Através de uma orientação nutricional, reposição
de substâncias deficientes, e técnicas seguras, você
ficara com seus cabelos saudáveis. |
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