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Câncer de Mama*

cancer de mama

A reconstrução mamária compreende um conjunto de técnicas cirúrgicas que visam devolver à mama ressecada, tanto quanto possível, um aspecto próximo do normal.

TÉCNICAS EMPREGADAS PARA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

RECONSTRUÇÃO COM MÚSCULO RETO DO ABDOMEM (retalho TRAM)

O retalho TRAM permite a reconstrução do volume e da forma da nova mama com a transferência, através de um túnel subcutâneo, de uma elipse de pele, gordura e músculos abdominais infraumbelicais para a região da mastectomia. Para garantir o aporte sanguíneo, podem ser usados um ou ambos os músculos retos do abdome.

Ao final da cirurgia, haverá cicatrizes abdominais, semelhantes às de uma abdominoplastia tradicional e, em muitos casos, exige-se o uso de uma tela sintética que reforça a parede do abdome e evita a perda de força e o surgimento de hérnia abdominal. Podem ocorrer hematomas, seromas, flacidez e hérnia abdominal ou necrose dos retalhos.

O retalho TRAM é indicado para casos de reconstrução mamária em que seja necessário repor grandes perdas de pele e de cobertura torácica e/ou quando se deseja uma mama com volume maior. Por isso, o pré-requisito para a sua utilização é a existência, na paciente, de uma área doadora abdominal com volume suficiente.

Retalho do músculo, resconstrução mamária com grande dorsal

O retalho do músculo grande dorsal é outra opção para a reconstrução da mama, embora exija a utilização de um implante de silicone para que se dê volume a essa nova mama. O retalho é transferido e posicionado no tórax da paciente para que se corrija a perda cutânea e se dê volume à mama.

A cirurgia produz uma incisão nas costas, que provoca uma cicatriz permanente, muitas vezes difícil de ser dissimulada pela roupa íntima ou de praia. As complicações e limitações são semelhantes às do retalho TRAM.

Expansores de pele

Na reconstrução da mama com expansor temporário de pele utiliza-se uma bolsa de silicone que, ao ser insuflada com soro fisiológico periodicamente, permite a distensão da pele e do músculo peitoral. Isso cria espaço para um posterior implante permanente de silicone. A segunda etapa, na qual se faz a inclusão do implante, é realizada após um período que varia de três a seis meses.

A colocação do expansor pode ocorrer durante a mastectomia ou tardiamente, de três a nove meses após.

Outro tipo de reconstrução utiliza um expansor chamado de “permanente”. Um implante de silicone é distendido através de uma válvula remota, por onde se injeta soro fisiológico para provocar aumento de volume. Esta é uma técnica limitada, que não se adequa a todos os casos. Embora se busque, com ela, reduzir o número de cirurgias, podem ser necessários cirurgias complementares para aperfeiçoamento do resultado final.

Podem ocorrer hematomas, seromas, contratura capsular e expulsão do expansor ou do implante de silicone.

Reconstrução imediata com próteses

Embora haja um aumento dos casos de câncer de mama diagnosticados precocemente, e um aumento do número de mastectomias profiláticas, a reconstrução de mama com a inclusão imediata de implante de silicone ainda é limitada.

A aplicação desta técnica depende da permanência de pele excedente, de uma boa quantidade de tecido subcutâneo e da presença do músculo grande peitoral, ou do uso de um retalho lateral torácico dorsal.

Esta técnica não é empregada com frequência, pois o resultado final poderá ser insuficiente caso o implante não seja adequadamente coberto e isolado da pele.

O tipo de implante depende da indicação do cirurgião, e será escolhido entre aqueles com cobertura texturizada ou de poliuretano.

Podem ocorrer hematomas, seromas, contratura capsular e expulsão do implante de silicone.

Reconstrução do complexo Aréolo-Mamilar (CAM)

Esse procedimento é realizado semanas após a reconstrução da mama. Há várias técnicas para de reconstrução do mamilo através de retalhos locais ou de enxerto de parte do mamilo da mama remanescente. A aréola também pode ser reconstruída com enxerto de pele da raiz da coxa ou por tatuagem.

Tratamento mama oposta à mastectomizada

A mama contra-lateral àquela mastectomizada poderá ser tratada, tendo como objetivo a simetrização com a mama reconstruída, através de uma mastopexia, mamoplastia de redução ou de aumento com inclusão de implante de silicone mamário.

A mama contra-lateral àquela mastectomizada poderá ser tratada com o objetivo de simetrizá-la com a mama reconstruída. O tratamento pode consistir em mastopexia ou em mamoplastia de redução ou de aumento - neste caso, com inclusão de implante de silicone mamário.

A cirurgia é executada em um segundo momento, alguns meses após, nos casos de reconstrução mamária com os retalhos miocutâneos ou de expansor de pele.

Em alguns casos selecionados, como naqueles em que seja encontrada alguma patologia na mama oposta ou em que haja história familiar ou alterações genéticas BRCA 1 e 2 positivos, poderá ser discutida a realização de uma mastectomia profilática.

Todas as informações constantes desta página são fornecidas para instrução do paciente, apenas. Não são conselhos médicos específicos e não pretendem substituir a relação formal médico-paciente.


*Os procedimentos descritos acima, como a colocação de prótese de silicone, são realizados apenas após a liberação do médico responsável pela reconstrução.

 

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