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Transtorno Bipolar

Informações sobre o quadro de transtorno bipolar

O transtorno bipolar de humor, também conhecido como distúrbio bipolar, é uma doença caracterizada por episódios repetidos, ou alternados, de mania e depressão. Uma pessoa com transtorno bipolar está sujeita a episódios de extrema alegria, euforia e humor excessivamente elevado (mania) e, também, a episódios de humor muito baixo e desespero (depressão). Entre os episódios, é comum que passe por períodos de normalidade.

Deve-se ter em conta que este distúrbio não consiste apenas de meros "altos e baixos". Estes altos e baixos são experimentados por praticamente qualquer pessoa e não constituem um distúrbio. As mudanças de humor do distúrbio bipolar são mais extremas que aquelas experimentadas pelas demais pessoas. Veja ciclotimia para uma versão moderada deste distúrbio.

O doente de distúrbio bipolar é também comumente chamado de "maníaco-depressivo" por leigos (e por alguns psiquiatras do século vinte), entretanto, este uso não é popular, atualmente, entre os psiquiatras, que padronizaram o uso de Kraepelin do termo depressão maníaca para descrever o espectro bipolar como um todo, que inclui tanto o distúrbio bipolar como a depressão; eles agora utilizam distúrbio bipolar para descrever a forma bipolar da depressão maníaca.

A natureza e duração dos episódios variam grandemente de uma pessoa para outra, tanto em intensidade quanto em duração. No caso grave, pode haver risco pessoal e material.

A doença pode se manifestar em crianças, porém, talvez pela dificuldade em identificá-la, se manifesta em grande parte em adultos, por volta dos 15 a 25 anos.

O paciente de bipolaridade pode chegar ao extremo da depressão seguida de suicídio e, no outro extremo, a euforia de tentar escrever um livro num só dia, por exemplo.

O distúrbio bipolar é uma patologia que acomete cerca de 1,6% da população hoje em dia. No entanto, hoje é tratável. As alarmantes trocas bruscas de humor, todavia, podem ser controladas pelos medicamentos conhecidos. Equivocada é a ideia de que a bipolaridade seria estar hiper contente pela manhã, triste à noite e com um sentimento médio à tarde. Tal ideia não traduz a bipolaridade. Na verdade, a bipolaridade pode vir a se manifestar nos dois pólos da doença: depressão e mania. Hoje, há remédios de última geração que controlam com sucesso qualquer alteração de humor para esses dois pólos da doença.

Com o uso de medicamentos adequados e de tratamento psicológico, é perfeitamente possível atravessar períodos indefinidamente longos de saúde e ter vida plena.

O transtorno bipolar é uma doença grave, limitante e que pode causar prejuízos importantes na vida de uma pessoa. A partir do aumento de estudos científicos nessa área, o diagnóstico tornou-se mais preciso e, por isso, cada vez mais pessoas são diagnosticadas como portadoras deste transtorno. De uma maneira geral, a principal característica do transtorno bipolar é a presença de instabilidade ou oscilação do humor. A pessoa bipolar apresenta fases de depressão e fases de mania ou euforia, que se alternam ao longo do tempo. Pode manifestar-se de várias formas, dependendo da duração e intensidade desses dois momentos.

Na euforia ou mania, ocorre uma ativação dos processos psíquicos, o humor do paciente fica exaltado, “para cima”, com aumento de energia, de forma desproporcional ou sem relação com eventos da vida. O paciente pode se irritar facilmente e o fluxo de ideias, ficando acelerado. Também pode acontecer de, subitamente, o indivíduo passar a ter idéias bizarras, místicas ou espirituais que não fazem parte de suas crenças habituais. A alegria ou exaltação, que normalmente as pessoas sentem, não é tão duradoura nem oferece riscos como a que ocorre no estado de euforia – que podem durar dias, semanas ou meses. Além disso, na mania acontecem mudanças importantes no comportamento, saúde física e raciocínio (o pensamento acelerado, característico da mania, nunca acontece em estado de normalidade). A família e as pessoas à volta percebem claramente as mudanças que, em geral, acontecem de forma abrupta.

Os principais sintomas da mania ou hipomania são:

Aumento da energia: excesso de atividade no trabalho, estudos, compras. Aumento de conversas ao telefone, de sexo, exercícios, viagens ou noites na internet;
Humor irritável ou mais raramente eufórico;
Aumento da agressividade, presença de impaciência;
Aceleração de pensamentos, muitas idéias, devaneios e distrações presentes
Aumento da atividade mental, muitas idéias e planos;
Pensamentos com conteúdo exageradamente positivo: otimismo, sentimento de superioridade, arrogância, coragem, perda de timidez;
Aumento da impulsividade e de atividades de risco (esporte, gastos, sexo);
Abuso/dependência de álcool e/ou drogas;
Diminuição da necessidade de sono.

Os principais sintomas da depressão são:

Na depressão, ocorre uma diminuição da energia, do prazer e a presença de tristeza e/ou irritabilidade. O indivíduo deprimido percebe que seus sentimentos diferem de uma tristeza normal sentida anteriormente ou do luto. A pessoa deprimida reage às situações estressantes com sofrimento maior e mais prolongado, desproporcional ao estímulo. Tudo se transforma em problema e os problemas tornam-se mais pesados e difíceis de resolver. Quem sente tristeza normal, busca a companhia de outras pessoas, mas a pessoa com depressão prefere se isolar.

Quando o indivíduo está triste, procura se ajudar; a pessoa deprimida não consegue acreditar na eficácia de qualquer ajuda, está descrente, sem interesse e força de vontade. Alguns pacientes deprimidos tentam se distrair e disfarçar a depressão, mas acabam irritados e sem paciência pelo esforço em aparentar bem-estar. Em casos mais graves, a pessoa fica muito lenta, com dificuldade de concentração e raciocínio e a velocidade do pensamento diminui, assim como na mania, esta alteração da velocidade normal do pensamento é algo que não ocorre em estado de normalidade.

Os principais sintomas da depressão são a diminuição da energia, humor depressivo (triste ou irritável), diminuição da motivação, diminuição ou perda do prazer, raciocínio lento, baixa concentração e prejuízo da memória, indecisão, apatia, desânimo, pensamentos com conteúdo negativo: pessimismo exagerado, sentimentos de insegurança, baixa autoestima, vazio, culpa em relação a tudo, medo excessivo de ficar doente ou morrer, preocupações exageradas com todo e qualquer assunto, insônia ou sono em excesso, dores pelo corpo e queixas físicas, diminuição importante ou perda da libido.

De maneira geral, existem três características principais que diferenciam um episódio de alteração do humor do transtorno bipolar de uma oscilação normal do humor: a intensidade, a duração e a interferência nas atividades da vida.

É possível reconhecer se alguém está em mania ou hipomania se ele se mostra exageradamente “feliz” e excitado ou exageradamente irritado ou raivoso. A pessoa se sente capaz de fazer coisas que ninguém mais poderia fazer, parece arrogante, dorme menos que de hábito, faz muitas coisas ao mesmo tempo, parece ter mais energia, fala muito e rápido, tem muitas idéias (algumas irrealistas) e é facilmente distraído, não terminando o que começa, faz coisas impulsivas como gastar mais dinheiro do que poderia ou se insinuar sexualmente sem que esse seja o seu comportamento usual.

Quando está deprimida, a pessoa sente-se triste, irritada, ansiosa, sem interesse pelas pessoas e pelas coisas, dorme muito ou tem insônia, perde o apetite e o prazer pelas coisas de que costumava gostar. Não consegue se concentrar ou tomar decisões. Sente-se fatigada, sem energia, mais lenta, culpada em relação a tudo e pode pensar em suicídio.

Tratamento

O tratamento indicado para o transtorno bipolar farmacológico e psicoterápico, sendo a forma mais eficaz de controlar os sintomas e prevenir recaídas.

A psicoterapia ajuda a aprender mais sobre a doença, a prevenir recaídas e a monitorar o humor, a rotina e lidar melhor com diversos problemas que podem desencadear novas crises ou agravar o quadro.

A psicoterapia que tem se mostrado mais eficaz na redução de sintomas e na prevenção de novas crises é a abordagem cognitivo-comportamental. Trabalhos de psicoeducação feitos pelos próprios psiquiatras, psicólogos ou demais profissionais de saúde mental também demonstraram ser eficientes na melhora da compreensão da doença e na prevenção de recaídas.


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