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Tratamento de Atrofia Hemifacial Progressiva com PMMA: Relato de Caso

A primeira publicação científica exclusiva de preenchimento facial do Centro de Estudos Leger também é o primeiro caso na literatura internacional de tratamento da Síndrome de Parry-Romberg com PMMA sem técnica ortodôntica.

Leia o artigo completo aqui.

Sem efeitos adversos imediatos ou complicações tardias a técnica mostrou eficácia de longo prazo após nove anos de acompanhamento.´

A síndrome é caracterizada por uma assimetria facial em que um dos lados do rosto apresenta desenvolvimento muscular normal e o outro uma atrofia dos tecidos, que abrangem inclusive ramificações do nervo trigêmeo.

O tratamento foi realizado em três sessões ao longo de um ano com aplicação de PMMA no maxilar, malar, olheira, sulco nasolabial, sulco mentolabial, queixo e mandíbula. Não foram observados efeitos adversos no pós-procedimento e também não foram constatadas complicações tardias em consulta realizada três anos depois.

A publicação traz ainda uma revisão bibliográfica das alternativas para o tratamento da Síndrome de Parry-Romberg. Entre os métodos descritos na literatura médica encontram-se referências à cirurgia plástica de lipoescultura, ácido hialurônico, ácido polilático e silicone líquido. Uma das principais características do PMMA é oferecer a maior quantidade de produto que esse tratamento precisa sem grande interferência no preço. Além de possibilitar um efeito duradouro, uma vez que faria pouco sentido usar produtos temporários para tratar uma síndrome permanente.

Com duas marcas comerciais aprovadas pela Anvisa para serem utilizadas no Brasil, o PMMA é um implante líquido utilizado na medicina há mais de 80 anos sendo 30 como preenchedor. Durante as últimas três décadas o produto passou por consecutivas evoluções até chegar à sua quarta geração. A fórmula atual do PMMA é um produto livre de impurezas, com microesferas de tamanho regular e superfície nano texturizada, fatores que reduzem consideravelmente o risco de granuloma, infecção, alergia, rejeição e aumentam a fixação e o estímulo à produção de colágeno, conforme estudos preliminares divulgados por Lemperle em 2019.

O preenchimento com PMMA para Síndrome de Parry-Romberg mostrou-se eficaz e seguro, podendo ser realizado com anestesia local no próprio consultório médico, com paciente acordado opinando ativamente sobre o procedimento, sem necessidade de internação, corte, cirurgia e com retorno às atividades no mesmo dia.