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BIOPLASTIA

Artigo sobre bioplastia corporal e bioplastia facial.

*As informações contidas neste site têm caráter informativo e educacional e de nenhuma forma devem ser utilizados para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Quando houver dúvidas, um médico deverá ser consultado. Somente ele está habilitado para praticar o ato médico, conforme recomendação do Conselho Federal de Medicina.

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Os preenchimentos com bioplastia são minimamente invasivos, porém, nas regiões que atuam e para as finalidades a que se propõem, possuem o mesmo potencial que as cirurgias plásticas. É interessante que, na bioplastia, a forma de atuação se dá por meio da devolução de volumes que foram perdidos por vários motivos, sendo os fatores de envelhecimentos os mais influentes.

Com o tempo, por meio de um processo natural nosso corpo passa a produzir menor quantidade de colágeno, substância que dá elasticidade à pele. Neste mesmo mecanismo, o ácido hialurônico também diminui em quantidade e pode ser preenchido com a mesma substância, com uso da técnica de bioplastia.

Os preenchimentos com bioplastia pode ser realizados com diferentes produtos entre eles os absorvíveis, como o ácido hialurônico e hidrogel, que são eliminados do organismo com o tempo, e os definitivos, como o PMMA, que são permanentes.

Bioplastia: plástica minimamente invasiva

A bioplastia surgiu como uma alternativa às pessoas que querem mudar algo no corpo, mas têm receio de submeter-se a procedimentos cirúrgicos. Além disso, existe a possibilidade de escolha entre uma mudança definitiva ou temporária. Como vistos anterirmente, isso se deve à opção entre o PMMA e o ácido hialurônico.

O preenchimento com PMMA é definitivo em razão de uma importante característica do produto, de ter apenas seu veículo (líquido que transporta o produto) absorvido, enquanto que as moléculas de PMMA, devido ao seu tamanho e regularidade na superfície, permanece no local implantado.

A bioplastia com PMMA tem, ainda, a propriedade de estimular a produção natura de colágeno pelo organismo. Diferentemente das cirurgias plásticas, com prótese de silicone, a bioplastia é realmente definitiva, não existe a necessidade de troca.

O ácido hialurônico é uma substância produzida naturalmente pelo organismo humano e que foi sintetizada para a utilização nos preenchimentos. Sua utilização é indicada, principalmente, em pessoas que não estão totalmente seguras quanto às mudanças que surgirão. O preenchimento com ácido hialurônico também é recomendado no preenchimento de lábios, uma vez que é o produto que cria a sensação mais natural à região que outros produtos.

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Os materiais para implante por bioplastia também são classificados como autólogos ou heterólogos, sintéticos, naturais ou mistos. A escolha do produto a ser utilizado vai depender do objetivo almejado, da região anatômica que receberá o implante, bem como da experiência do profissional responsável. É dada prioridade ao polimetilmetacrilato (PMMA), composto utilizado em diferentes concentrações nas diferentes áreas do corpo humano.

A bioplastia é realizada com anestesia local, ou seja, não há necessidade de recorrer a bloco cirúrgico ou hospital. Dessa forma, com a bioplastia é possível regressar às atividades habituais, com poucas restrições e somente para a área tratada.

Veja as orientações para pós-bioplastia.

PMMA e implantes líquidos infiltrativos para bioplastia

Durante décadas, muitas tentativas foram feitas para preenchimento de depressões e cicatrizes, com o uso de implantes biológicos ou artificiais. A maioria dos materiais biológicos são, entretanto, reabsorvidos no período de um (1) ano, enquanto os materiais sintéticos, até agora, vinham mostrando efeitos colaterais como migração, formação de granuloma e reação alérgica tardia. Esse efeitos ocorriam até o desenvolvimento de compostos a base de PMMA, que é utilizado no Brasil.

Desde 1945, seu uso no campo médico é uma prática comum. Essa substância é aplicada, por exemplo, em próteses dentárias, implantes em costelas, cimento de ossos, lentes inter-oculares e material de reparo para cirurgia crânio-facial. Por ser inerte e biocompatível, o implante de PMMA foi ampla e positivamente discutido em muitos artigos científicos.

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Experiências feitas em animais com microesferas de PMMA, foram empreendidas em 1985, na Universidade de Francfurt, com o intuito de provar a biocompatibilidade do material. O uso para aumento de tecido em pacientes teve início em 1989, e entre 1989 e 1999, foi usado em 200.000 pacientes. Todos os estudos de casos de Artecoll mostraram um grau elevado de segurança e uma taxa extremamente baixa de complicações.

Conceitos básicos da bioplastia - Artigo

A bioplastia é uma técnica na qual são utilizados implantes líquidos infiltrativos, definitivos ou absorvíveis, naturais ou sintéticos, o que depende da área a ser preenchida. Todo o processo de bioplastia é realizado por meio de um procedimento minimamente invasivo.

Tudo na bioplastia é realizado com anestesia local, permitindo que o paciente participe ativamente do procedimento, de frente para um espelho, isso porque, a bioplastia de uma plástica interativa, sem cortes, sem pós-operatório, sem sangramentos e sem cicatriz.

No Brasil, o PMMA tem sido utilizado há aproximadamente 20 anos, em volumes consideráveis. O produto é liberado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, nos Estados Unidos, o PMMA foi o primeiro e único impante líquido definitivo liberado pelo FDA.

Como funciona a bioplastia com PMMA?

O PMMA é um composto de esferas sólidas, lisas, com 50 micrômeros de diâmetro, ou seja, maior que um macrófago (15 a 25 micrômeros), uma das células responsáveis pela fagocitose e reabsorção do produto. Assim, o PMMA não é reabsorvido, mantendo-se inerte no local implantado.

Este produto possui diferentes concentrações, que podem ser utilizadas de acordo com o local a ser implantado, bem como, com o objetivo do tratamento. Sua composição consiste em 2 %, 10 % e 30 %, ou seja 2%, 10% ou 30% de PMMA, sendo que o restante é carboximetilcelulose, um veículo líquido, que será absorvido em alguns dias após a implantação. Assista ao vídeo.

PMMA como estimulador tecidual para bioplastia

Há cerca de 5 milhões de esferas de PMMA por ml. Cada uma dessas esferas promoverá um estímulo tecidual, promovendo produção de colágeno e tecido conjuntivo, resultando em um volume final muito próximo ao volume implantado. Assim, o volume final preenchedor será do próprio paciente em resposta ao PMMA, levando a um resultado muito natural e permanente, com presença muito grande de colágeno.

A longo prazo, além do efeito preenchedor natural, a qualidade da pele do paciente tende a melhorar, prevenindo os efeitos do envelhecimento.

Bioplastia de Glúteos

A bioplastia de glúteos constitui um dos procedimentos mais realizados, procurado tanto por mulheres quanto homens. A bioplastia de glúteos tem por objetivo melhorar o volume, harmonia corporal e elevar o glúteo. É possível, ainda, acentuar o quadril e preencher alguns pontos de celulite grau II ou III, quando realizado em conjunto com uma técnica chamada subcisão, pela qual ocorre o descolamento da trabécula que mantém o aspecto “casca de laranja” da celulite.

Bioplastia facial ou preenchimento facial

A bioplastia pode ser aplicada como bioplastia de rugas profundas, bioplastia para aumento de lábios, bioplastia para maçã do rosto, bioplastia na linha mandibular, bioplastia de mento (queixo), bioplastia de nariz, bioplastia de pálpebras, para tratamento de olheiras etc.

Os procedimentos em conjunto, principalmente maçã do rosto, linha mandibular e preenchimento de sulcos, tende a dar um efeito semelhante ao de um lifting facial, diminuindo o aspecto da flacidez. A bioplastia tem como definição ser a plástica sem cortes nem cirurgia, que é realizada com o implante de material biocompatível em planos anatômicos profundos, por processo minimamente invasivo.

Histórico da Bioplastia

No início do século XX, foram sintetizadas as primeiras substâncias efetivas e relativamente biocompatíveis. Segundo Lemperle (2003), a substância aloplástica ideal para implantação deveria ser biocompatível, segura e estável no local de implantação. Deveria manter seu volume quando implantada no hospedeiro, não causar protusão através da pele ou mucosa, induzir mínima reação de corpo estranho, não ser removida por fagocitose, não possuir potencial migratório para locais distantes e, principalmente, não causar granuloma por corpo estranho. Rubin (1997) complementa dizendo que o material deve ser inerte aos fluídos corporais, facilmente manipulável na mesa cirúrgica e, acima de tudo, permanentemente aceito.

Os compostos de colágeno, as melhores substâncias existentes até há pouco tempo para preenchimento de tecidos moles, não ofereciam resultados animadores, pois perdiam em pouco tempo seu efeito reparador, sendo reabsorvidos por fagocitose pelos macrófagos em cerca de quatro a seis semanas. Foi também tentado o uso de silicone (bioplastique); entretanto, apareceram efeitos colaterais, como a formação de extensos granulomas (devido à superfície áspera das micropartículas), tornando inaceitável seu uso para preenchimento de tecidos moles.

A bioplastia teve início nos Estados Unidos com o Cirurgião Robert Ersek, que descreveu o uso do bioplastique e também a utilização de microcânulas atraumáticas.

bioplastia de gluteos material utilizado microcanula O polimetilmetacrilato foi sintetizado pela primeira vez em 1902, pelo químico alemão Röhm, e patenteado como Plexiglas, em 1928. Em 1940, foi usada a primeira placa de Plexiglas para cobrir um defeito na calota craniana de um indivíduo. Já em 1947, Judet introduziu a primeira prótese de costela feita de PMMA. Charnley, em 1960, usou pela primeira vez a substância como cimento ósseo para fixação de uma prótese de Moore. Foi ainda usado por Bucholz como carreador de antibióticos, como a gentamicina em 1971 e, em 1974, Klemm introduziu o uso de cadeias de gentamicina e PMMA para o tratamento da osteomielite.

As primeiras experiências do uso do PMMA, para implantação em tecidos moles, foram realizadas na Alemanha. Otto (1988) e Lemperle (1991) realizaram os primeiros testes com a implantação de partículas não reabsorvíveis na pele de ratos, seguindo-se, então, uma análise histológica. Nesses estudos o menor número de reações celulares era obtido com as microesferas de polimetilmetacrilato, até então usado principalmente como cimento ortopédico.

Em 1994, surgiu a idéia de se misturar as microesferas de polimetilmetacrilato ao colágeno bovino, criando-se assim um veículo pastoso e facilmente implantável na subderme através de agulhas finas.

A partir de então se constatou uma maior permanência do implante no local, tendo, nesse contexto, os compostos de colágeno misturados a microesferas de PMMA gerado grandes expectativas nos pesquisadores e a comunidade médica.

Diversas empresas comercializam compostos de PMMA; existem no mercado diferentes nomes fantasia para o composto. Os produtos variam principalmente em relação à substância carreadora e ao tamanho das microesferas. Podem ser encontrados já preparados em seringas ou em frascos de vidro.

O produto é composto por microesferas de PMMA de 30 a 42 mícrons de tamanho, suspensas num gel carreador a base de água composto de 3.5% de colágeno bovino com remoção do final de uma cadeia telopeptídia imunogênica, o que diminui sua antigenicidade. São adicionados ainda 0.3% de lidocaína. Este composto é aquele sobre o qual mais existem estudos publicados, porém sua aplicação em planos profundos é restrita também por possuir anestésico local, o que impossibilita sua aplicação em grandes quantidades no corpo, como é necessário, por exemplo, na bioplastia dos glúteos.

bioplastia Figura 2. As microesferas de polimetilmetacrilato entre 30 e 40 possuem superfície totalmente livre de impurezas, o que garante que elas não sejam fagocitadas e, além disso, que produzam pouca reação inflamatória.

O produto é estritamente intradérmico (derme reticular); dever ser aplicado um pouco acima da junção entre a derme e o tecido celular subcutâneo, sendo contraindicado seu manejo em planos profundos, como intramuscular e justa-periosteal. No final de cada implantação, o implante deve ser massageado e aplicada pressão delicada caso se formem nódulos.

bioplastia Figura 3. Injeção do produto (composto de microesferas de PMMA e colágeno) na derme profunda para correção de rugas. Quanto ao volume a ser implantado, é muito raro que ocorra supercorreção, devido ao fato de que há uma densidade alta na derme profunda, o que permitirá que somente uma certa quantidade do produto seja injetada. Devido a este fato, é recomendável que sejam feitas aplicações adicionais (mais uma ou duas) sobre as já existentes para que se atinja o resultado desejado.

A resposta do hospedeiro à implantação:

Foi através de estudos histológicos que se pôde chegar a um tipo de implante que se mantivesse estável por um longo período de tempo no local da implantação e que induzisse mínima resposta como corpo estranho.

Allen (1992), em um estudo longitudinal, estudou as reações celulares após a injeção de implantes inertes. Tais reações eram seguidas por uma série de eventos de magnitude variável. Nas primeiras 24 horas, neutrófilos e pequenas células redondas predominam. Em 48 horas, há predomínio de monócitos, e, em sete dias, já está ocorrendo formação de células gigantes contra corpos estranhos.

Em duas semanas a resposta celular já está moderada, em quatro semanas os monócitos se diferenciam em células epitelióides e os fibroblastos aparecem, em seis semanas células gigantes de corpo estranho são notadas e a deposição de colágeno se intensifica, e em oito semanas as células inflamatórias crônicas estão dispersas ao longo de uma maciça deposição de colágeno. A partir daí, a reação celular ao corpo estranho se estabiliza e em seis meses células gigantes e um pequeno grau de resposta celular está presente com uma reduzida quantidade de colágeno denso, e há conversão dos fibroblastos em fibrócitos.

Reisberger (2003) complementa dizendo que apesar de um estudo histológico apropriado a longo termo não ter sido realizado, não há mudança no padrão histológico após aproximadamente seis meses.

bioplastia e preenchimento Figura 4. Em seis meses as microesferas de Artecoll se encontram rodeadas por tecido conjuntivo do hospedeiro e alguns macrófagos.

O grande avanço que se obteve com o uso de microesferas de PMMA está no fato de o implante permanecer definitivamente no local de aplicação, sem potencial migratório, induzindo, ainda, mínima reação de corpo estranho. Tal fenômeno ocorre devido ao fato de as esferas possuírem superfície extremamente lisa, livre de impurezas e com ausência de cargas elétricas.

Uma vez implantadas, elas são encapsuladas pelas fibras colágenas do hospedeiro, impedindo que estas sejam fagocitadas e prevenindo o seu deslocamento. O tamanho das microesferas também é suficientemente grande para que elas não sejam fagocitadas.

Indicações para o uso de PMMA para bioplastia

Os compostos de microesferas de PMMA têm sido amplamente utilizados na cirurgia plástica para reconstrução e preenchimento de tecidos moles; no Brasil está sendo utilizada em planos profundos com resultados satisfatórios.

Com o intuito de facilitar sua aplicação e minimizar os riscos foram criadas microcânulas, indicadas tanto para implantação do PMMA quanto para analgesia. Sendo estas atraumáticas, não provocam lesão vascular nem sangramentos significativos.

Segundo Lemperle (2003), a correção das linhas de expressão glabelares geralmente não oferece problemas, pois a área possui derme grossa e boa quantidade de tecido conjuntivo para suportar o implante. No entanto, há risco de cegueira e oftalmoplegia após injeções nessa região, conforme um relato de caso apresentado por Silva e Curi (2004). Segundo esses autores, a injeção na área glabelar parece ter um maior risco de complicações oculares devido à rica rede de anastomoses nessa região, onde múltiplos ramos da artérias oftálmicas se projetam para fora da órbita em direção à face.

O fluxo retrógrado produzido pela injeção nos ramos extraorbitais da artéria oftálmica seria responsável pelos acidentes oculares. Tais complicações já haviam sido descritas por outros autores, como Dreizen (1989) e Egido (1993), como resultado da injeção de gordura autóloga na região glabelar.

Alguns procedimentos de bioplastia

BIOPLASTIA CORPORAL

A bioplastia corporal é um procedimento com o principal objetivo de harmonizar o máximo possível os traços corporais ou, ainda, salientar alguma região em especial. Ainda que seja diversas as possibilidades de atuação da bioplastia, é fundamental e imprescindível que seja realizada uma avaliação minuciosa pelo médico responsável. Este, por sua vez, precisa ser um profissional com experiência e segurança quanto as proporções do corpo humano, de modo a evitar qualquer imprevisto quanto às formas desejadas.

Assim, é importante que se respeite as linhas naturais do corpo de cada paciente uma vez que se sabe que não existem duas pessoas iguais no mundo. Esses cuidados devem ser tomados de modo a evitar exageros em relação às proporções que compõem o corpo de uma pessoa. Na bioplastia, especificamente, é preciso que se avalie e explique para o paciente, quais são as reais possibilidades referentes à região e quantidade de produto, antes que se inicie um tratamento.

BIOPLASTIA DE GLÚTEOS

A bioplastia de glúteos é um dos procedimentos mais procurados quando o tema é bioplastia. Muitas mulheres tem a curiosidade de saber como podem realizar uma plástica para aumento de glúteos sem ter que se submeter a anestesia e, principalmente, sem a necessidade de afastamento do trabalho.

A bioplastia de glúteos é realizada com uso de PMMA, um produto definitiva, no entanto, é possível optar por produtos absorvíveis, tais como o ácido hialurônico e o hidrogel. Na bioplastia de glúteos não há necessidade de realizar a troca do material implantado, tal como acontece com a plástica com uso de próteses.

O objetivo da plástica de bioplastia de glúteos é aumentar o volume, deixar ele o mais arredondado possível (o que depende das formas naturais de cada paciente), bem como, elevar sua estrutura.

Com a bioplastia de glúteos é possível trabalhar preenchendo a depressão trocantérica (ver sobre depressão trocantérica em bioplastia de glúteos), situada na lateral do bumbum, considerada por muitas mulheres como um aspecto desfavorável.

A bioplastia para aumento de glúteos é realizada ambulatorialmente e com utilização de anestesia local. Além disso, a bioplastia de glúteos pode ser associada a outros tratamentos no combate à celulite avançada. Em conjunto com a técnica de subcisão, a bioplastia de glúteos pode minimizar ou remover completamente o aspecto de "casca de laranja" na pele.

BIOPLASTIA DE MÃOS

Um assunto que se tem falado muito no campo da estética se refere aos cuidados que se tem com o rosto em relação ao descaso com as mãos. No entanto, as duas são regiões que estão constantemente expostas e que denunciam os efeitos do tempo.

As mãos vão perdendo tecido conjuntivo, fazendo com que a pele fique mais flácida e, muitas vezes, manchada. Aos poucos, as mãos começam a revelar veias e tendões, de modo que a bioplastia de mãos vai atuar repondo esse volume perdido e diminuindo o aspecto senil.

No processo de rejuvenescimento, a bioplastia de mãos pode ser associada a tratamentos como peelings e laser, para tratar as manchas.

BIOPLASTIA DE PEITORAL MASCULINO

O preenchimento da região peitoral é indicado para pacientes que sofrem com a hipotrofia do músculo peitoral, conhecida como Síndrome de Poland. Essa agenesia do músculo peitoral leva a uma desproporção em relação ao resto do corpo.

Além disso, esse constitui um problema que dificilmente seja compensado por exercícios físicos. Dessa forma, a bioplastia peitoral pode preencher essa depressão de forma objetiva e em uma única sessão.

BIOPLASTIA EM LIPODISTROFIA

Os pacientes com soropositivo podem fazer uso da bioplastia para amenizaar algumas modificações estéticas ocasionadas em razão do uso da medicação retroviral receitada para os portadores de HIV. Como eles, ocorre a perda de volumes em regiões como a face. Por se tratar de uma parte do corpo que está a maior parte do tempo exposta, a bioplastia se torna uma alternativa para o preenchimento das zonas afetadas.

Nesses casos, a bioplastia tem sido uma opção muito procurada, também, por não submeter o paciente fragilizado ao ambiente hospitalar, a cirurgias e a anestesia geral. Todo o procedimento é realizado no consultório onde é utilizada a anestesia local.

BIOPLASTIA FACIAL

A bioplastia facial tem uma atuação muito presente em diversas regiões do rosto. Com ela é possível realçar traços, tornando-os mais evidentes. Na bioplastia facial é viável alterar o ângulo e o tamanho do nariz, realçar a linha da mandíbula, entre outras possibilidades.

Com o preenchimento de lábios se reforça os contornos podendo deixá-los mais carnudos e proeminentes. Outro exemplo é a bioplastia de maçã do rosto, que se busca reforçar os ângulos perdidos com o tempo.

BIOPLASTIA DE NARIZ

A bioplastia de nariz permite fazer uma pequena elevação na ponta nasal, tornando-o mais empinado. É possível projetar sua ponta e melhorar o dorso nasal.

No procedimento para levantar a ponta nasal com a bioplastia de nariz, é feito um sustentáculo, por meio de um pertuito na base com uma agulha rosa, onde será introduzida a microcânula em direção à espinha anterior.

BIOPLASTIA PARA AUMENTO DE LÁBIOS

A bioplastia para preenchimento labial é uma precedimento muito procurado há bastante tempo. É comum que muitas mulheres procurem ter lábios mais carnudos e "inchadinhos". O preenchimento labial tem a possíbilidade de criar essas características em poucos minutos de sessão.

Nessa região, geralmente, são utilizados produtos absorvíveis como o ácido hialurônico, com duração de em média um (1) ano. Essa escolha para o preenchimento labial se deve, também, ao fato de estes produtos terem a consistência mais próxima da natural dos lábios.

BIOPLASTIA PARA LINHA DA MANDÍBULA

A bioplastia na linha da mandíbula ajuda a criar ou ressaltar um importante ângulo que forma o rosto. A linha da mandíbula define o traço que divide o rosto e o pescoço. Com a bioplastia de linha da mandíbula é possível corrigir as "bolsinhas de gordura" que muitas vezes se formam nas laterais do queixo.

A bioplastia na linha da mandíbula pode, também, criar o alargamento do terço inferior da face, muito indicado para rostos no formato oval ou triangular. Nesse procedimento, assim como nos outros de bioplastia, o paciente acompanha todo o precesso acordado e opinando quanto aos resultados.

BIOPLASTIA EM MAÇÃ DO ROSTO

A bioplastia na região da maçã do rosto ajuda a melhorar a definição da maxila, além de influenciar muito no jogo de luz que incide sobre a face. A bioplastia de maçã do rosto atua na volumetria que é perdida com os efeitos do envelhecimento.

A bioplastia de maçã do rosto vai proporcionar um efeito muito semelhante ao do lifting cirúrgico e, em muitas ocasiões, esse procedimento é realizado em associação à bioplastia de linha da mandíbula.

BIOPLASTIA PARA AUMENTO DE QUEIXO

A bioplastia de queixo ( ou bioplastia de mento) tem sido um procedimento cada vez mais procurado nas clínicas que trabalham com essa especialidade. Com material biocompatível, a bioplastia permite aumentar e protuir o queixo, criando uma maior harmonização em relação demais traços do rosto.

A ideia de harmonia da face sugere que a linha anterior do mento precisa estar exatamento no mesmo nível em que está a linha da glabela. Dessa forma, a bioplastia de queixo vai criar esse volume e alinhar estas medidas.

Bioplastia para sulcos e rugas:

A bioplastia é indicada para o preenchimento de rugas e sulcos na face ou no corpo. Nestes casos a bioplastia tem possibilidade de dar volume a depressões que tenham origem nos gestos repetido inúmeras vezes pelas pessoas. O nome que se dá a esse tipo de depressão, chamada de sulcos faciais, é rugas de expressão, justamente por serem causadas pelos atos de sorrir, chorar, ficar zangado, esquivar-se do sol (por isso a importância de proteção solar para os olhos, como óculos).

Para essas aplicações de bioplastia, podem ser utilizados os dois produtos conhecidos, o PMMA (definitivo) e o ácido hialurônico ou hidrogel (absorvíveis). É comum, entretanto, que para a região da face se utilizem preenchimentos absorvíveis, para que se tenha a possibilidade de reverter o processo sempre que necessário.

Independentemente do produto, o procedimento de bioplastia para rugas e sulcos é realizado de forma ambulatorial, porém, os produtos absorvíveis, tal como o ácido hialurônico, podem ser aplicados com agulha simples, sem utilização das microcânulas.

Qual a diferença entre toxina botulínica e os preenchimentos?

A toxina botulínica, mais conhecida pelo seu nome comercial, é um produto que atua no músculo paralizando-o, de modo que algumas informações quanto às expressões são impedidas de chegar do cérebro ao músculo. Dessa forma, a toxina botulínica tem a proriedade de ateuar as rugas por meio da sua paralização.

No caso dos preenchimentos, como a bioplastia,é realizada a reposição dos volumes que foram perdidos com o processo do envelhecimento. Dessa forma, não há o bloqueio das mensagens nervosas, mas existe, nesse caso, uma reposição real das perdas de volume que forma as rugas e sulcos.

Responsável Técnico: DR. ROBERTO CHACUR CRM/RS 30466 - RQE 20214. 
*As informações contidas neste site têm caráter informativo e educacional e de nenhuma forma devem ser utilizados para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Quando houver dúvidas, um médico deverá ser consultado. Somente ele está habilitado para praticar o ato médico, conforme recomendação do Conselho Federal de Medicina.

MÉDICOS RESPONSÁVEIS

Dr Roberto Chacur Dr. Roberto Chacur
Médico Cirurgião. CRM/RS 30466 sob RQE Nº: 20214. CRM/SP 124125 sob RQE Nº: 33433. CRM/RJ 52-95368-7.
Formação: Universidade Luterana do Brasil (ULBRA).
Diretor e responsável técnico das Clínicas Leger. Tem formação de cirurgião, com registro de especialista no CREMERS sob o número 20214, membro da ASLMS (American Society for Laser Medicine and Surgery) e associado à Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC). Mais informações sobre Dr. Roberto Chacur.
Danuza Dias Alves Dra. Danuza Dias Alves
Médica CRM/RS Nº 36568.
Formação: Centro Universitário UNIRG.

Dra. Byanne Terto Madeira de Area Leão Dra. Byanne Terto Madeira de Area Leão
Médica CRM/SP 111281.
Formação:
Universidade de Ribeirao Preto, com especialização em Clínica Médica pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia Plástica Estética.
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