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BIOPLASTIA

A Bioplastia é uma técnica de implante líquido infiltrativo. A clínica Leger tem recebido pacientes de diferentes localidades do Brasil e do exterior interessados nesse procedimento.

Existem diversos tipos de material para implante por bioplastia. Esses materiais são classificados como autólogos ou heterólogos, que podem ser sintéticos, naturais ou mistos. A escolha do produto a ser utilizado vai depender do objetivo almejado, da região anatômica que receberá o implante e da experiência do profissional responsável. Daremos ênfase ao PMMA (polimetilmetacrilato), composto utilizado em diferentes concentrações nas diferentes áreas do corpo humano.

 

Bioplastia

Clínica de bioplastia em São Paulo - bioplastia e biomodulação corporal.

 

Clínica de Bioplastia em São Paulo - Bioplastia e Biomodulação Corporal

    O Dr. Roberto Chacur possui duas clínicas em Porto Alegre, RS, e disponibiliza atendimento em São Paulo, semanalmente, no seguinte endereço:

BIOPLASTIA EM SÃO PAULO

Bioplastia em São Paulo
Bioplastia em São Paulo Bioplastia em São Paulo

Alameda  Maracatins 1435 conj. 206-207
Moema  (atrás do Shopping Ibirapuera)
Tel: + 55 11 2228.0531/2367.4816
E-mail: bioplastiasaopaulo@clinicaleger.com.br
MSN: martaoliano@hotmail.com

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PMMA e implante líquido infiltrativo –  uso na bioplastia

 

Muitas tentativas foram feitas, durante décadas, para preenchimento de depressões e cicatrizes com o uso de implantes biológicos ou artificiais. A maioria dos materiais biológicos são, entretanto, reabsorvidos dentro de 1 ano, e os materiais sintéticos, até agora, vinham mostrando efeitos colaterais como migração, formação de granuloma e reação alérgica tardia. Esse efeitos ocorriam até o desenvolvimento de compostos a base de PMMA (polimetilmetcarilato), como o metacrill e o newplastic, que são utilizados no Brasil.

O uso de PMMA no campo médico é uma prática comum desde 1945. Essa substância é aplicada, por exemplo, em próteses dentárias, implantes em costelas, cimento de ossos, lentes inter-oculares e material de reparo para cirurgia crânio-facial.

Por ser inerte e biocompatível, o implante de PMMA foi ampla e positivamente discutido em muitos artigos científicos. Experiências feitas em animais com microesferas de PMMA foram empreendidas em 1985 na Universidade de Francoforte com o intuito de provar a biocompatibilidade do material. O uso para aumento de tecido em pacientes teve início em 1989; e entre 1989 e 1999 foi usado em 200.000 pacientes, conforme descrito por Lemperle (2003). Todos os estudos de casos de Artecoll mostraram um grau elevado de segurança e uma taxa extremamente baixa de complicações.

bioplastia - esferas pmma
 
BIOPLASTIA - CONCEITOS BÁSICOS

 

A BIOPLASTIA é uma técnica na qual utilizamos implantes líquidos infiltrativos definitivos ou absorvíveis, naturais ou sintético – dependendo do objetivo e do local a ser tratado – através de um processo minimamente invasivo. Tudo é realizado com anestesia local, o que permite que o paciente participe ativamente do procedimento, de frente para um espelho; isso dá uma grande segurança tanto para o paciente quanto para o médico e impede qualquer resultado insatisfatório, diferentemente de uma rinoplastia convencional, procedimento em que o paciente dorme com um nariz e acorda com outro. Chamamos a bioplastia de uma plástica interativa, sem cortes, sem pós-operatório, sem sangramentos e sem cicatriz. O resultado é previsto e acompanhado pelo paciente.

Os pacientes da Clínica Leger (http://www.clinicaleger.com.br) são cuidadosa e pessoalmente avaliados pelo Dr. Roberto Chacur, que é médico, cirurgião, pós-graduado pela ASIME (International Association of Aesthetic Medicine), filiado ao CABMCE (Capítulo Brasileiro de Medicina e Cirurgia Estética), diretor e responsável técnico das Clínicas Leger, responsável por tratamentos em bioplastia e por preenchimentos faciais e corporais. Ele tem se dedicado exclusivamente à realização de preenchimentos faciais e corporais, sempre visando resultados estéticos que respeitem a harmonia corporal e facial de cada paciente.

Em medicina, o PMMA tem sido utilizado no Brasil há aproximadamente 20 anos, em volumes consideráveis. O produto é liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) – o Metacrill e o New Plastic são duas marcas comerciais permitidas no Brasil. Nos EUA, o PMMA foi o primeiro e único impante líquido definitivo liberado pelo FDA, pois estudos realizados a partir do uso em mais de 200.000 humanos demonstraram sua segurança e biocompatibilidade.


COMO FUNCIONA?


O PMMA (polimetilmetacrilato) é composto por esferas sólidas, lisas, com 50 micrômeros de diâmetro, ou seja, maior que um macrófago (15-25 micrômeros), uma das células responsáveis pela fagocitose e reabsorção do produto –  desta forma o PMMA não é reabsorvido, mantendo-se inerte no local implantado.

O PMMA possui diferentes concentrações, que podem ser utilizadas de acordo com o local a ser implantado e com o objetivo do tratamento, com 2 %, 10 % e 30 %, ou seja 2%, 10% ou 30% é PMMA e o restante é um veículo: (carboximetilcelulose) um composto líquido que será absorvido em alguns dias após a implantação


PMMA COMO ESTIMULADOR TECIDUAL


 Cada esfera de polimetilmetacrilato (há cerca de 5 milhões de esferas de pmma em 1 ml) promoverá um estímulo tecidual, promovendo produção de colágeno e tecido conjuntivo, resultando em um volume final muito próximo ao volume implantado, ou seja o volume final preenchedor será do próprio paciente em resposta ao PMMA, sendo, então, um resultado muito natural e permanente, com presença muito grande de colágeno. A longo prazo, além do efeito preenchedor natural, a qualidade da pele do paciente tende a melhorar ainda mais, prevenindo os efeitos do envelhecimento.

 

PROCEDIMENTOS

A clínica Leger realiza diariamente diversos procedimentos em pacientes de diferentes localidades do Brasil e do exterior. Contamos com atendimento em nossas duas clínicas em Porto Alegre; temos convênios com hotéis como Sheraton com tarifas especiais, sistema de transfer aeroporto / clínica Leger / Hotel, e intérpretes quando necessário.

 

BIOPLASTIA GLÚTEOS

Um dos procedimentos mais procurados tanto por mulheres quanto homens. A clínica Leger recebe muitos pacientes do exterior com o objetivo de melhorar o volume e harmonia corporal e elevar o glúteo. É possível ainda acentuar o quadril ou ainda preencher alguns pontos de celulite grau II ou III, em conjunto com uma técnica chamada subincisão, pela qual ocorre o descolamento da trabécula que mantém o aspecto “casca de laranja” da celulite.

 

BIOPLASTIA FACIAL – PREENCHIMENTO FACIAL

Com a bioplastia podemos preencher rugas profundas estimulando o colágeno; podemos aumentar lábios, melhorar e definir a maçã do rosto, a linha mandibular, o mento (queixo); podemos ainda mudar a conformidade frontal, elevar a ponta do nariz, melhorar o aspecto do nariz adunco etc.
Os procedimentos em conjunto, principalmente maçã do rosto, linha mandibular e preenchimento de sulcos, tende a dar um efeito semelhante ao de um lifting facial, diminuindo o aspecto da flacidez, sem cirurgia.

 

A bioplastia tem como definição ser a plástica sem cortes nem cirurgia, que é realizada com o implante de material biocompatível em planos anatômicos profundos, por processo minimamente invasivo.

A substância comumente utilizada na bioplastia é o PMMA (polimetilmetacrilato): microesferas que possuem  entre 40 e 110 microns de tamanho, portanto maior que um macrófago, o que não possibilita a fagocitose e torna o implante definitivo. Em outras palavras, as microesferas se mantêm no local indicado, não migrando nem sendo reabsorvidas pelo organismo. Essas esferas de PMMA estimulam a formação de colágeno do próprio corpo, não causam rejeição nem reação alérgica.

A Bioplastiaé realizada sob anestesia local, sem sangramento, com procedimentos de curta duração. Como não existe necessidade de sedação, o paciente permanece acordado no transcorrer do procedimento e participa ativamente – ele pode opinar quanto ao volume e a forma a que devem ser dados à região escolhida.
O polimetilmetacrilato (PMMA) já foi usado em mais de 200.000 pacientes ao redor do mundo (excetuando-se aí os Estados Unidos), segundo Lemperle (2003).

Foram realizados diversos estudos em animais e em seres humanos para avaliar a biocompatibilidade e as reações do hospedeiro à implantação. Esses estudos demonstraram ser o polimetilmetacrilato um implante estável no local de aplicação, inerte e sem complicações. O PMMA é o primeiro e único implante líquido definitivo liberado nos Estados unidos pelo FDA (orgão fiscalizador).

 
BIOPLASTIA - HISTÓRICO

No início do século XX foram sintetizadas as primeiras substâncias efetivas e relativamente biocompatíveis. Segundo Lemperle (2003), a substância aloplástica ideal para implantação deveria ser biocompatível, segura e estável no local de implantação. Deveria manter seu volume quando implantada no hospedeiro, não causar protusão através da pele ou mucosa, induzir mínima reação de corpo estranho, não ser removida por fagocitose, não possuir potencial migratório para locais distantes e, principalmente, não causar granuloma por corpo estranho. Rubin (1997) complementa dizendo que o material deve ser inerte aos fluídos corporais, facilmente manipulável na mesa cirúrgica e, acima de tudo, permanentemente aceito.

Os compostos de colágeno, as melhores substâncias existentes até há pouco tempo para preenchimento de tecidos moles, não ofereciam resultados animadores, pois perdiam em pouco tempo seu efeito reparador, sendo reabsorvidos por fagocitose pelos macrófagos em cerca de quatro a seis semanas. Foi também tentado o uso de silicone (bioplastique); entretanto, apareceram efeitos colaterais, como a formação de extensos granulomas (devido à superfície áspera das micropartículas), tornando inaceitável seu uso para preenchimento de tecidos moles.

A Bioplastiateve início nos Estados Unidos com o Cirurgião Robert Ersek, que descreveu o uso do bioplastique e também a utilização de microcânulas atraumáticas.

No Brasil, o grande desenvolvimento e pioneirismo quanto às técnicas se deu devido trabalho do cirurgião plástico Dr. Almir Nacul, que adaptou o PMMA (polimetilmetacrilato), já que este possui praticamente todas as características de um produto considerado ideal para fins de implante líquido como descrito por Lamperle. O Dr. Nacul também desenvolveu microcânulas especiais, assim como cânulas para anestesia, denominadas microcânula de Nácul.

O polimetilmetacrilato foi sintetizado pela primeira vez em 1902 pelo químico alemão Röhm e patenteado como Plexiglas em 1928. Em 1940 foi usada a primeira placa de Plexiglas para cobrir um defeito na calota craniana. Já em 1947 Judet introduziu a primeira prótese de costela feita de PMMA. Charnley, em 1960, usou pela primeira vez a substância como cimento ósseo para fixação de uma prótese de Moore. Foi ainda usado por Bucholz como carreador de antibióticos, como a gentamicina em 1971 e, em 1974, Klemm introduziu o uso de cadeias de gentamicina e PMMA para o tratamento da osteomielite.

As primeiras experiências do uso do PMMA para implantação em tecidos moles foram realizadas na Alemanha. Ott (1988) e Lemperle (1991) realizaram os primeiros testes com a implantação de partículas não reabsorvíveis na pele de ratos, seguindo-se, então, uma análise histológica. Nesses estudos o menor número de reações celulares era obtido com as microesferas de polimetilmetacrilato, até então usado principalmente como cimento ortopédico.

Foi somente em 1994 que surgiu a idéia de se misturar as microesferas de polimetilmetacrilato ao colágeno bovino, criando-se assim um veículo pastoso e facilmente implantável na subderme através de agulhas finas.

A partir de então se constatou uma maior permanência do implante no local, tendo, nesse contexto, os compostos de colágeno misturados a microesferas de PMMA gerado grandes expectativas nos pesquisadores e a comunidade médica.

Diversas empresas comercializam compostos de PMMA; existem no mercado diferentes nomes fantasia para o composto. Os produtos variam principalmente em relação à substância carreadora e ao tamanho das microesferas. Podem ser encontrados já preparados em seringas ou em frascos de vidro. Os principais nomes fantasia desses produtos no mercado são: Metacrill (Nutricell Laboratory), Arteplast, Profill, Artecoll e New plastic.

O Metacrill e o New plastic são os compostos de microesferas de PMMA com diâmetros ao redor de 40 micra, em suspensão em meio colóide de carboxi-metilcelulose; são aprovados pela Anvisa.

O Artecoll é composto por microesferas de PMMA de 30 a 42 mícrons de tamanho, suspensas num gel carreador a base de água composto de 3.5% de colágeno bovino com remoção do final de uma cadeia telopeptídia imunogênica, o que diminui sua antigenicidade. São adicionados ainda 0.3% de lidocaína. Este composto é aquele sobre o qual mais existem estudos publicados, porém sua aplicação em planos profundos é restrita também por possuir anestésico local, o que impossibilita sua aplicação em grandes quantidades no corpo, como é necessário, por exemplo, na bioplastia dos glúteos.

bioplastia - esquema esferas de pmma
Figura 2. As microesferas de polimetilmetacrilato de 30-40 possuem superfície totalmente livre de impurezas, o que garante que elas não sejam fagocitadas e, além disso, que produzam pouca reação inflamatória.
 
O produto Artecoll é estritamente intradérmico (derme reticular); dever ser aplicado um pouco acima da junção entre a derme e o tecido celular subcutâneo, sendo contraindicado seu manejo em planos profundos, como intramuscular e justa-periosteal. No final de cada implantação, o implante deve ser massageado e aplicada pressão delicada caso se formem nódulos.
preenchimento na bioplastia

Figura 3. Injeção do Artecoll (composto de microesferas de PMMA  e colágeno) na derme profunda para correção de rugas.

Quanto ao volume a ser implantado, é muito raro que ocorra supercorreção, devido ao fato de que há uma densidade alta na derme profunda, o que permitirá que somente uma certa quantidade do produto seja injetada. Devido a este fato, é recomendável que sejam feitas aplicações adicionais (mais uma ou duas) sobre as já existentes para que se atinja o resultado desejado.
 
A Resposta do Hospedeiro à Implantação

Foi através de estudos histológicos que se pôde chegar a um tipo de implante que se mantivesse estável por um longo período de tempo no local da implantação e que induzisse mínima resposta como corpo estranho.

Allen (1992), em um estudo longitudinal, estudou as reações celulares após a injeção de implantes inertes. Tais reações eram seguidas por uma série de eventos de magnitude variável. Nas primeiras 24 horas, neutrófilos e pequenas células redondas predominam. Em 48 horas, há predomínio de monócitos, e, em sete dias, já está ocorrendo formação de células gigantes contra corpos estranhos. Em duas semanas a resposta celular já está moderada, em quatro semanas os monócitos se diferenciam em células epitelióides e os fibroblastos aparecem, em seis semanas células gigantes de corpo estranho são notadas e a deposição de colágeno se intensifica, e em oito semanas as células inflamatórias crônicas estão dispersas ao longo de uma maciça deposição de colágeno. A partir daí, a reação celular ao corpo estranho se estabiliza e em seis meses células gigantes e um pequeno grau de resposta celular está presente com uma reduzida quantidade de colágeno denso, e há conversão dos fibroblastos em fibrócitos.

Reisberger (2003) complementa dizendo que apesar de um estudo histológico apropriado a longo termo não ter sido realizado, não há mudança no padrão histológico após aproximadamente seis meses.

microscopia celular da bioplastia
Figura 4. Em seis meses as microesferas de Artecoll  se encontram rodeadas por tecido conjuntivo do hospedeiro e alguns macrófagos.
 
O grande avanço que se obteve com o uso de microesferas de PMMA está no fato de o implante permanecer definitivamente no local de aplicação, sem potencial migratório, induzindo, ainda, mínima reação de corpo estranho. Tal fenômeno ocorre devido ao fato de as esferas possuírem superfície extremamente lisa, livre de impurezas e com ausência de cargas elétricas. Uma vez implantadas, elas são encapsuladas pelas fibras colágenas do hospedeiro, impedindo que estas sejam fagocitadas e prevenindo o seu deslocamento. O tamanho das microesferas também é suficientemente grande para que elas não sejam fagocitadas.
 
Indicações para Uso do PMMA

Os compostos de microesferas de PMMA têm sido amplamente utilizados na cirurgia plástica para reconstrução e preenchimento de tecidos moles; no Brasil está sendo utilizada em planos profundos com excelentes resultados.

O uso dos compostos de PMMA tem sido descrito na literatura para diversos fins, desde para a correção de cicatrizes, passando por sequelas decorrentes de traumas. No Brasil possuímos técnicas avançadas, o que traz um grande número de pacientes ao país com o objetivo de realizar procedimentos como aumento dos glúteos, correções inestéticas do nariz, elevação da ponta nasal, projeção da ponta nasal, afinamento da ponta nasal, aumento dos lábios, melhora no contorno labial, aumento muscular para melhoria da harmonia corporal, comobioplastia do bíceps, bioplastia dos ombros (deltoide), bioplastia nas coxas e pernas. Têm sido realizados procedimentos de bioplastia genital com resultados satisfatórios, além de correção dos sulcos naso-labiais, naso-geniano, aumento da maçã do rosto, melhoria na definição da linha da mandíbula, aumento ou definição do mento (queixo), aumento ou definição da panturrilha (músculo gastrocnemio), rejuvenescimento das mãos. Atualmente tem sido difundida uma nova técnica que alia a bioplastia a outros procedimentos estéticos para promover não somente a conformação de tamanhos e contornos, como também a melhoria da qualidade da pele, flacidez muscular, tratar manchas da pele entre outras aplicações. Desenvolvida no Brasil, esta técnica é conhecida como biomodulação corporal.

Com o intuito de facilitar sua aplicação e minimizar os riscos foram criadas microcânulas tanto pata implantação do PMMA quanto para analgesia. Sendo estas atraumáticas, não provocam lesão vascular nem sangramentos significativos.

 

 
Figura 5. Correção dos sulcos nasolabiais com implantação de polimetilmetacrilato. Antes, à direita e seis meses após o procedimento, na ilustração à esquerda.
 
Segundo Lemperle (2003), a correção das linhas de expressão glabelares geralmente não oferece problemas, pois a área possui derme grossa e boa quantidade de tecido conjuntivo para suportar o implante. No entanto, há risco de cegueira e oftalmoplegia após injeções nessa região, conforme um relato de caso apresentado por Silva e Curi (2004). Segundo esses autores, a injeção na área glabelar parece ter um maior risco de complicações oculares devido à rica rede de anastomoses nessa região, onde múltiplos ramos da artérias oftálmicas se projetam para fora da órbita em direção à face. O fluxo retrógrado produzido pela injeção nos ramos extraorbitais da artéria oftálmica seria responsável pelos acidentes oculares. Tais complicações já haviam sido descritas por outros autores, como Dreizen (1989) e Egido (1993), como resultado da injeção de gordura autóloga na região glabelar.

    A clínica Leger é referência em implantes líquidos. Recebemos pacientes de diversas regiões do Brasil e do exterior que buscam nossos serviços de bioplastia e de biomodulação corporal.

    Mantemos convênios com hotéis da cidade, com tarifas diferenciadas. A própria clínica se encarrega de realizar a reserva e de programar o deslocamento aeroporto/hotel/clínica.

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