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Avaliação médica para harmonização facial

A avaliação é a primeira etapa da harmonização facial. Na consulta, após ouvir as queixas do paciente, o médico irá fazer uma análise global do rosto para em seguida fazer suas sugestões. O objetivo é adequar expectativas e realidade, pois harmonização facial não é sinônimo de embelezamento facial, uma vez que a percepção de beleza depende de variáveis culturais, geográficas e temporais.

A harmonização busca o equilíbrio das proporções faciais, realçando algumas características e disfarçando outras, respeitando sempre as linhas naturais de cada rosto. Para isso a técnica utiliza conceitos de cefalometria e proporção, princípios matemáticos que são utilizados como guias para uma avaliação individualizada e definição de um tratamento personalizado com o máximo de embasamento científico.

A cefalometria é uma técnica da odontologia que serve como referência para calcular as dimensões das estruturas do crânio e da face, incluindo as medidas angulares e lineares que definem os contornos do rosto. O método possibilita avaliar e identificar pontos de apoio para planejar e realizar um tratamento personalizado.

Quando pensamos em harmonização facial, como definir o que é “normal” ou o que é “belo”, sendo a beleza um conceito ambíguo, que depende de variáveis culturais, geográficas e temporais? Podemos começar pensando que normal é tudo aquilo que é repetido até ser identificado como padrão. Na natureza, por exemplo, é possível notar uma constante matemática presente em tudo, desde plantas e caracóis até a nossa dentição ou tamanho dos ossos da mão. Essa proporção é percebida de forma inconsciente desde que nascemos e repetida a ponto de nos ser muito familiar e de sua ausência nos causar até estranhamento.

Chamada de rácio dourado, seu valor do coeficiente de 1,618 (ou o inverso 0,628) é uma constante que passou a ser aplicada em projetos arquitetônicos e obras de arte. Uma forma de conceber criações que guardassem a maior quantidade possível dessas proporções, repetindo-as o bastante para que fossem consideradas não apenas familiares ou normais, mas que proporcionando pouquíssimo ou nenhum estranhamento pudessem vir a ser consideradas fundamentalmente “belas“.

A chamada proporção áurea foi o princípio utilizado pelo cirurgião norte-americano Stephen R. Marquardt para construir a Máscara Phi, um instrumento capaz de definir, medir e ajudar a desenvolver as proporções ideais do rosto, uma referência matemática para promover a harmonização facial.

Mas para que serve tudo isso?

Os recursos como cefalometria, rácio dourado e Máscara Phi são algumas das referências científicas utilizadas pelo médico na avaliação do rosto que ajudam a definir um tratamento personalizado para que seja possível produzir efeitos mais previsíveis e menos variáveis. A utilização desses recursos é o que diferencia a harmonização de embelezamento. Embora o processo possa produzir aparências mais interessantes, a ideia é oferecer uma postura diferente e de respeito em relação ao paciente, sem promessa de resultado, por isso a busca por suporte científico na avaliação.

Contudo, para produzir efeitos mais satisfatórios, em alguns casos pode ser necessário uma associação de técnicas. Confira como é possível combinar vários tratamentos para uma aparência mais natural, com apenas uma visita a clínica e o mínimo de interferência na rotina. Leia mais sobre harmonização facial com técnicas associadas.