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Dermatologia e Nutrologia Dermatologia

Toxina Botulínica para tratamento de rugas

Toxina botulínica é uma substância indicada para prevenção e tratamento das linhas faciais hipercinéticas, ou seja, formadas pelas contrações excessivas dos músculos. Os principais locais de aplicação são os pés de galinha, linhas na testa, rugas no nariz e entre as sobrancelhas. Descoberto em 1973 para tratamento de estrabismo, começou a ser utilizada para tratamento de rugas em 1993 e tornou-se popular no Brasil na virada para os anos 2000. Atualmente a toxina botulínica é o segundo procedimento estético mais realizado no mundo¹, de lá pra cá o que mudou foram as quantidades e pontos de aplicação, que buscam uma aparência mais natural e menos rígida.

Para que serve a toxina botulínica?

O produto apresenta uma série de aplicações incluindo tratamento de rugas do colo, do pescoço, redução de papada, elevação de sobrancelhas, Botox® para abrir o olhar, correção do sorriso gengival. O método minimamente invasivo também é uma opção de lifting facial não cirúrgico promovendo a construção de pilares de sustentação que assumem o protagonismo das linhas da face enquanto outras estruturas são relaxadas.

Aplicações terapêuticas da toxina botulínica incluem tratamento para dor de cabeça, excesso de suor nas axilas, mãos e pés, bruxismo, blefaroespasmo, espasticidade até tratamento de nariz mergulhante, bexiga hiperativa, fissuras anais e arritmias após cirurgia cardíaca, entre outros.

Como age a substância?

A toxina botulínica funciona para prevenir e tratar rugas ao bloquear a liberação do neurotransmissor acetilcolina pelo neurônio, impedindo que o músculo receba a ordem de contração, mantendo a estrutura relaxada. O efeito dura cerca de seis meses, após esse período, o neurônio cria novas terminações nervosas que passam a ser utilizadas para liberação de acetilcolina.

 


Uma preocupação importante na aplicação da toxina botulínica é com a temida “aparência congelada”. O efeito de relaxamento excessivo provocado pela quantidade de produto aplicada costumava impedir totalmente as expressões faciais, o que amenizava as rugas, mas produzia uma aparência artificial. Para evitar esse problema os médicos passaram a reduzir o número e os volumes de toxina aplicada, direcionando melhor o produto. Microdoses e injeções em pontos diferenciados e ainda mais específicos permitiram suavizar as rugas de forma leve e eficaz.

¹ Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética