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Como ter covinha no queixo sem cirurgia

A covinha no queixo pode ser feita com preenchimento, sem cirurgia ou internação e retorno às atividades no mesmo dia.

O procedimento para criação de um charmoso furinho no queixo é simples: no próprio consultório, após avaliação presencial, o médico aplica uma anestesia local e com o paciente acordado faz o preenchimento do queixo utilizando agulhas de ponta arrendondada para distribuir um implante líquido que é moldado em formato de covinha.

As restrições são mínimas como evitar exposição solar, esforço ou atividade física, sendo necessário apenas manter o curativo no local por cerca de uma semana até que o implante se solidifique. Para minimizar inchaço e eventuais hematomas pode ser feita a aplicação de compressas geladas a cada três ou quatro horas, durante 15 minutos por cerca de cinco dias.

O inusitado pontinho no centro do queixo nada mais é do que uma aderência do tecido fibroso presente entre a pele e o osso. Muito comum em bebês, as covinhas no queixo costumam desaparecer quando a criança cresce, pois o desenvolvimento do músculo preenche a cavidade.

Para fazer o furinho no queixo geralmente utilizam-se produtos particulados que são líquidos no momento do implante, mas que se solidificam em torno de uma semana, assumindo o formato desejado. Por isso é importante manter o curativo no local, evitando que o molde se perca.

A duração do preenchimento  depende da substância utilizada, que pode ser de um e meio a quatro anos ou até definitiva. Os produtos utilizados são desenvolvidos por laboratórios que obedecem rígidos padrões de qualidade para terem suas marcas aprovadas pela Anvisa, o que significa maior chance de alcançar o efeito desejado e menor probabilidade de reações adversas. Sempre questione o profissional sobre a marca do produto utilizado, pesquise no site da Anvisa se a marca comercial está liberada e para ter certeza que o produto utilizado é o mesmo anunciado, peça para que a embalagem seja aberta na sua frente, sem esquecer de observar a data de validade.

Existem três fatores que devem ser levados em consideração na hora de realizar um preenchimento: profissional, ambiente e produto. A Anvisa deixa a cargo das entidades de classe a definição de quem pode realizar o procedimento, causando uma intensa disputa pelo direito de o fazer. No entendimento do Conselho Federal de Medicina tão importante quanto realizar é prevenir e principalmente saber tratar eventuais complicações, como fazem os médicos.

Por ser realizado no próprio consultório, sem internação, muitos profissionais buscam reduzir ainda mais seus custos e ampliar sua área de atuação realizando o preenchimento em residências ou quartos de hotel, o que também é conveniente para o paciente, que acaba aceitando a oferta. Contudo, para evitar infecções, o ambiente onde o procedimento será realizado deve ter alvará da vigilância sanitária atestando condições ideais de higiene. Documento que deve ser mantido à vista dos pacientes e apresentado sempre que for requisitado.

Confira esta e outras possibilidades de procedimentos estéticos lendo mais sobre preenchimento de queixo.