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Preenchimentos

Bioestimulação de colágeno

Bioestimulação de colágeno é uma técnica que utiliza produtos particulados injetáveis para tratamento da flacidez e desenvolvimento da qualidade da pele facial ou corporal. O procedimento é realizado em consultório médico, com anestesia local, sem sedação, em torno de uma hora e permite o retorno à rotina no mesmo dia. A região tratada pode apresentar edema, sensibilidade e deve ser protegida da exposição solar, sendo indicado evitar esforço e atividade física por sete dias. O produto utilizado e o número de sessões varia conforme avaliação médica presencial.

A escolha da substância particulada depende do objetivo do tratamento, que pode ser reduzir a flacidez do supercílio⁣, corrigir a perda de volume da fossa temporal, diminuir as rugas ao redor da boca, prevenir ou suavizar o bigode chinês, a flacidez do terço médio, a perda de definição da linha da mandíbula e de sustentação da pele do pescoço e do colo. O produto particulado distribuído na camada subcutânea desencadeia uma resposta inflamatória na qual as microesferas são englobadas por macrófagos que através das citocinas estimulam a proliferação de fibroblastos, as células produtoras de colágeno. A bioestimulação amplia ordenadamente a espessura da camada epidérmica, aumenta a quantidade de fibras colágenas superficiais, bem como a quantidade e qualidade de fibras colágenas profundas.

Bioestimulação de colágeno com PMMA

A bioestimulação de colágeno utiliza microcânulas, agulhas de ponta arredondada, para infiltrar hidroxiapatita de cálcio, policaprolactona, ácido polilático ou PMMA para equilibrar assimetrias e definir o contorno corporal em regiões como mãos, glúteos e coxas. O polimetilmetacrilato é um implante líquido utilizado na medicina há mais de 70 anos. Estudo divulgado em 2016 que analisou 87.371 preenchimentos realizados com PMMA registrou índice de complicação inferior a 1%, enquanto outro trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAEE número 86722118.8.0000.5291) e publicado em junho de 2019 na revista da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica, apontou um índice de intercorrência inferior a 2% após acompanhar por 10 anos mais de 1.500 pacientes que realizaram quase 3.000 procedimentos de aumento de glúteos com PMMA.